
A dor da perda é uma das experiências mais profundas da existência humana.
Quando alguém que amamos parte, parece que o chão se rompe e que uma parte de nós é levada junto.
O luto não é sinal de fraqueza, é a forma mais sincera de amor se manifestar diante da ausência.
Ele nos convida a entender que a presença não termina quando o corpo se vai — apenas muda de forma.
A lembrança pode doer no início, mas com o tempo ela se transforma em afeto.
As memórias, antes marcadas pela saudade, tornam-se pontes de luz que unem o que ficou ao que seguiu.
Amar é aceitar que a vida continua em outras dimensões do sentir.
A morte leva o corpo, mas nunca leva o vínculo. O amor verdadeiro permanece.
