
Vivemos em um tempo em que ser produtivo virou sinônimo de valor.
Acordamos já pensando no que falta fazer e dormimos com a sensação de que nunca é o bastante. O estresse nasce dessa cobrança constante, dessa ilusão de que precisamos estar no controle o tempo todo.
A alma, no entanto, não funciona em ritmo de máquina. Ela precisa de pausas, silêncios e momentos de descanso para se reorganizar.
Quando ignoramos esses sinais, o corpo fala. As tensões, dores e cansaço não são inimigos — são pedidos de atenção. O estresse não é apenas sobre o que acontece fora, mas sobre como reagimos por dentro.
Encontrar serenidade no caos não é escapar do mundo, é aprender a respirar dentro dele. É lembrar que nem tudo depende de nós e que a calma também é uma forma de força.
A paz não vem quando tudo para. Ela nasce quando você aprende a permanecer calmo, mesmo quando tudo se move.
